Comunicação do Conhecimento Suely Kardosh Publicado em vídeo em 21 de jul de 2017

Comunicação do Conhecimento

Suely Kardosh
Publicado em vídeo em 21 de jul de 2017

Olá! Esse trabalho de comunicação que estou fazendo de vídeos curtos, apesar do inverno e do frio, que eu não fui feita pra isso, fui feita pro verão e pro calor, mas adapta-se! Esse trabalho que tenho feito no mês de junho e julho, tem me dado muito prazer, apesar do frio, tenho estado com pessoas, e o calor delas me aquece!

Eu fui numa palestra de Fabrizio Marangoni, que o tema era “Pai de Filha”, fiquei impressionadíssima com a qualidade da palestra. Fui entrevista-lo para falar da palestra para que vocês conheçam melhor isso. Se vocês pudessem me ouvir e me ver, a satisfação que eu tive assistindo a palestra dele, foi a mesma que eu tive quando eu e Allysson Felinto fomos fazer uma palestra sobre “Corpo e Sexualidade” no SESC da Esquina. O que que tem de magia nisso de se comunicar, de dizer o que a gente sabe, de trocar experiências, de trocar informações, de receber informações, de ouvir outro, por que isso é tão bom? Por que as pessoas param para ouvir as outras?

Você sabe que quando a gente não para pra ouvir o outro, a gente está recusando uma mensagem que vem dos autos do universo – porque eu digo assim: que Deus fala através da boca das pessoas, porque a linguagem que a gente tem de comunicação é essa, do ser humano: a palavra. E falamos sobre corpo e sexualidade, e em uma interação com a plateia que foi deliciosa.

Temos agradecido muito os convites para as palestras! Estivemos no dia 24/07 em Ponta Grossa falando sobre um tema “Mulher, mulher, mulher, quem é você, quem sou eu”.

Então vejam, eu sou palestrante, e é adorável ser uma palestrante, é uma paixão, é uma renovação constante, e por que é tão bom? É porque o conhecimento não é meu, ele é de toda humanidade. Eu não tenho direito de reter meu conhecimento, e quando a gente faz o conhecimento passar pra outras mentes e outros corações, a gente está fazendo uma coisa muito linda, que significa “ser feliz e fazer o bem – nesta ordem”, este é o lema de Allysson Felinto e Su Kardosh, “ser feliz e fazer o bem – nessa ordem”.

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Ah!o amor, ao findar leva paz…

Vinicius de Moraes disse “que não há nada melhor para a saúde que um amor correspondido”. Desisti de um amor que quase me matava, foi legítima defesa. Matei o amor sem matar o sujeito. Mas estou convencida de que nada mais importante que amar! Luiz Felipe Ponde’ diz que “quem nunca se perdeu no amor é falso de alguma forma”. Amar sempre foi um exercício da verdade dentro e fora de mim. Mas e agora? Demorei sim com a perspectiva de ficar sozinha. Mas a realidade é tão boa quanto foi a ficção tão real.
O desafio agora é continuar com um brilho que quando se está amando, encantada, apaixonada produz se naturalmente, mas que existe dentro de mim sem este estímulo. Mas aqui está pronto para aparecer e fazer aparecer a presença que ilumina os ambientes assim que aparecemos nos lugares que frequentamos. Hay un angel, em cada um de nós. Acredite! E viva a saúde, Mestre Vinicius.

Raiva? Um negócio natural

 

Estava assistindo o programa Papo de Segunda de Marcelo Tass e cia. e o tema era Raiva.
Fiquei feliz.
Só eu falava desta emoção como positiva, diferenciando é óbvio de agressividade e violência.
Se ela é positiva? Sim, pois me tira da zona de conforto e comodismo, do que me faz sentir desconforto.
Transforma -se em garra se associada à vontade. É preciso vontade forte às vezes, principalmente garra na superação de si mesmo, de si próprio.
Existem várias modalidades ou aspectos de raiva. A vermelha, sanguínea, roxa até me faz combustão, pois é um combustível natural e me leva para frente, adiante, à luta!
Outra emoção, o medo, feitos ambos para me proteger, apenas a diferença é que o medo me faz parar ou escapar.
Mas a raiva me faz agir.
O medo mora no estômago. Quem não sentiu frio ou borboletas no estômago. É claro que a raiva está em outro lugar.
Sabe o que é enfezado? Fezes está no intestino. E ai se prender, enfeza! Irritado, ranzinza, cara feia. O intestino foi feito para fazer cagada, e não queremos errar, perfeccionista, com mania de Deus ou mãe dele. Então não quero aprender, função de errar também.
Mas este órgão intestino, não serve só para expulsar o inservível, e sim para aproveitar, absorvendo o “servivel” ou os nutrientes, ou combustível. O que move meu humor e ação.
Há também os desvios, como raiva infantil, birra ou manha. Ridículos num adulto, natural em uma fase de criança, e que se não for tema de limite, permanece no adulto e leva a insucessos profissionais e afetivos, pois ninguém suporta com – viver com infantilidade.
Outras raivas, a amarela, biliosa, guardada no fígado muito tempo, mofou! Irascível, biliosa, queixosa, intransigente e “chata”, raiva não consigo locada em dia, conversadas colocada em “pingos nos is”, ou “na mesa”, para dissolver amistosamente, por anos presa envenenando o organismo.
E a deslocada: fico com raiva de um e descarrego no outro.
E ela positiva e energética aliada à vontade chama se GARRA!
Bom proveito, sem preconceito, com conhecimento, só pra rimar.

País e filhos – relacionamento

Relacionamento entre pais e filhos

Suely Kardosh
Publicado em vídeo – 7 de ago de 2015

Filhos, dizem as pessoas mais velhas que “filhos criados, trabalho dobrado”. É porque quando a gente é mãe ou pai, a gente é mãe ou pai mesmo que o filho tenha 50 ou 60 anos, continua essa tarefa não termina, ela é só uma continuidade.

Então enquanto estamos sendo pai e mãe, temos que recordar que existe aí uma hierarquia. Qual hierarquia? É que os filhos nunca poderão ser pais ou mães da gente. Pai e mãe é pai e mãe, e pronto! Mesmo que o pai ou a mãe, ou ambos, estejam tão velhinhos, que não consigam mais se auto administrar ou se autogerir, o filho pode/deve dar a maior assistência à esse pai, essa mãe, mas como filhos.

E como nasce um filho cuidador? É quando ele vê que os pais dele, cuidam dos avós dele, então esse exemplo faz com que eles sigam esse caminho de cuidarem dos mais velhos, mas nunca como pai ou mãe, sempre como filhos. Porque não é pra educar uma pessoa de idade, não é pra se intrometer na vida dela, interromper as vontades delas, desviar as necessidades e vontades dos mais velhos, é pra respeitar que eles ainda tem autonomia sobre a vida deles, e dirigem a vida deles, certo ou errado pra nós, é a forma que eles escolhem pra viver a vida deles.

Eu recordo que quando eu fiz 40 anos, eu pensei “agora ninguém mais manda em mim”, e com 50 eu pensei assim “que ninguém ouse mandar em mim!”, e com 60 eu não pensei mais nisso, porque “imagina que alguém vai tentar agora né”. E isso é muito importante para as pessoas, sentirem autonomia e que elas erram e acertam ainda, enfim, estamos vivos.

Agora, estou muito preocupada, tenho visto que a maioria da população que tem filhos pequenos, esses filhos pequenos não tem pai nem mãe, por que? Porque os pais estão ausentes, trabalhando, sendo omissos, mesmo presentes, ficam no computador, ficam na televisão, e os filhos ficam ali isolados, sozinhos. As vezes os pais cometem o grave erro de pôr uma televisão em cada quarto, assim os filhos nunca mais se relacionam, nem uns com os outros, nem com eles – um computador em cada quarto além da televisão, cada um com seu ipad, cada um com seu iphone, não importa se a criança tenha 4 anos, 5 anos, 6 anos, ou se é um adolescente. E isso tem me preocupado muito, porque eu já vejo, da geração anterior – porque hoje as gerações a gente mede de 10 em 10 anos; eu já vejo as sequelas, as consequências negativas que estão acontecendo nessas pessoas. Não existe mais hierarquia pra ser respeitada, os filhos dominam os pais, e aí dentro deles forma uma frase “se eles que são meu pai e minha mãe não conseguem cuidar de mim, mão me dão limite, não me dizem o que é certo ou errado, então em quem eu posso confiar? Quem que cuida de mim de fato, quem que me segura, quem que é meu pilar, minha pilastra pra eu me segurar! Eu não tenho ninguém”.

Aí quando não se consegue mais nenhuma possibilidade de conserto disso, começam a ter atitudes negativas, as crianças e adolescentes, pra pelo menos serem vistas, serem ouvidas, prestem atenção nelas, já que sendo um bom rapaz, uma boa garotinha, ninguém me olha, ninguém me vê, ninguém fala comigo, ninguém me escuta, então eu vou começar a fazer coisas que as pessoas vão notar mesmo.

Então constrói-se um padrão de: – a criança fica bem doente, assim ela recebe atenção, ou ela fica tão doente que morre, como tem crianças adolescentes de 13, 14 anos com câncer, e que vão a óbito muitas vezes; – e tem as crianças que tem comportamento absurdos, negativos, antissociais, rebeldes, violentos, destruidores, porque em casa, a base de equilíbrio de um filho, não existe essa base, aí o equilíbrio fica faltando, e a criança faz coisas que não se deve fazer.

Como eu sou psicoterapeuta de família e sistêmica, eu trabalho tanto com casais quanto com famílias. Quando alguém vem me falar de um filho, eu peço para que os pais venham se consultar primeiro, e de alguma forma eles precisam fazer a primeira parte da terapia só eles dois, porque a criança, o filho, é só consequência, ele não tem problema, quem tem problema é pai e mãe.

É tão interessante a sistêmica, porque quando a gente trabalha com o pai e a mãe, a criança vai melhorando sem que a gente nem a conheça muitas vezes, e as vezes termina o trabalho com sucesso, e eu nem conheço a criança.

Quero dizer também, que é muito importante, que há uma diferença grande entre
Coach e Psicoterapeuta. Então o psicoterapeuta de família, ele vai tratar a família quando existe um distúrbio nessa família, mas se é só pra orientação pra aumentar a qualidade de vida na família, pra aumentar a harmonia, pra solidificar o encontro entre essas pessoas, harmônico, feliz, alegre e prazeroso, pode ser só Coach, pode ser só um cocheiro que leva essa família lá no condado que a família escolheu, com o dever de levar em segurança, pelo melhor caminho e mais rápido.

Então aqui está um alerta, se cuidem, se atendam, para que seus filhos fiquem melhor.

Mais uma dica de Su Kardosh, – psicoterapeuta. Até breve!

o que é leitura corporal?

LEITURA CORPORAL

Suely Kardosh
Publicado em vídeo – 18 de jul de 2015

Vocês sabem o que é leitura corporal? Leitura corporal é diferente de linguagem corporal.

Eu sou Suely Kardosh, psicoterapeuta, e psicoterapeuta Reichiana, o que significa isso? Significa que eu sigo uma linha de psicoterapia que trabalha o corpo, não através do corpo, o corpo. Porque o corpo é o reflexo, é a parte externa, é o explicito, do que a gente é dentro, do que a gente chama de alma. Então a leitura corporal, diferente da leitura corporal, é uma técnica de autoconhecimento através do corpo, onde a pessoa aprende a se ler, porque cada pessoa tem o corpo que precisa ter, não o corpo que quer ter – porque até os 5 anos de idade é formada uma matriz, e aí a pessoa só cresce. Então quando eu vejo um ser humano, homem ou mulher, adultos, eu sei que ali dentro tem uma criança de 5 anos que cresceu. Nessa matriz se houver qualquer situação de desprazer, de dor, de agressão, de violência, de desiquilíbrio, no ambiente que a criança vive, na formação dela através da família, vai refletir no corpo dela, como adolescente a adulto, porque está expressando o que tem na alma dela, aquela dor que ficou plasmada ali, que ficou impregnada ali.

Isso significa que hoje, com essa técnica, a gente pode trabalhar o passado através do presente, a gente pode trabalhar a criança através do adulto hoje, mas é preciso que a pessoa saiba se ler, entender o idioma do corpo, o que ele está querendo dizer, para que ela possa fazer auto cura, o autoconhecimento, o auto desenvolvimento, enfim, sair daquela estagnação bloqueada que ficou lá na infância, e que vem acompanhando o ser até a vida adulta, porque se ele não sabe como ler, ele não sabe como fazer para gerenciar esses eventos que aconteceram lá e que estão repercutiram aqui, que trazem consequências, não muito positivas, aliás, as vezes muito negativas, na performance do ser humano, na vida dele, no sentido de ser feliz.

Então o objetivo desse trabalho que chama-se “curso de leitura corporal”, a meta dele é: eu vou ser feliz, mas estarei uma vez triste, outro dia estarei com raiva, outro dia estarei com angustia, outro dia terei ansiedade, mas eu sou feliz.

Por que? Porque eu fico dona do meu processo de pessoa, eu fico dona de mim, porque eu me conheço, porque eu sei ler, eu não sou uma analfabeta de mim mesma, eu não sou uma pessoa que não conhece a geografia humana, a minha geografia, o meu jeito de ser, e – porque que eu sou assim? – e pra que eu vou continuar assim, se eu não sou feliz com determinado aspectos? – e como eu vou fazer pra mudar isso?

Então essa técnica trabalha no concreto, no corporal, no físico, e por conseguinte na alma. Porque o que a gente trabalha fora, fica trabalhado dentro, e o que a gente trabalha dentro, modifica o que tem fora.

Então essa é Su Kardosh, psicoterapeuta reichiana, falando de leitura corporal, pras pessoas que perguntam sempre “O que é esse curso afinal, Su Kardosh?”

Ideias que Cantam em Mim

Idéias que Cantam em Mim

Suely Kardosh
Publicado em vídeo – 14 de março de 2012.

Olá, eu hoje estou aqui não para entrevistar ninguém, vocês sabem, hoje eu estou falando de mim, um momento muito especial da minha vida: é o momento do lançamento, 2012, do meu primeiro livro: “Ideias que Cantam em Mim”, por Su Kardosh.

Como nasceu a ideia do livro? – Eu sempre tive vontade de escrever, mas eu pensei que eu iria escrever um livro técnico, ou um livro falando da minha experiência profissional, mas quando eu comecei a escrever esse livro técnico (que talvez algum dia ainda saia), de repente eu comecei a ler o que eu escrevia e tinha outro tema inserido dentro desse livro, e eu disse: “não, mas não tem nada a ver uma coisa com a outra. Então eu vou pegar toda essa parte que não tem a ver com esse outro livro, e vou deixar aqui do lado um dia eu vejo esse material”. E aí eu não conseguia mais escrever o livro técnico, só saia esse material, ai eu abandonei o projeto do livro técnico – adiei aliás, não abandonei, e trouxe esse, centralizei no momento, foquei nesse livro que até então não tinha esse nome. E também um dia eu pensei: “o conteúdo já está quase todo escrito, mas eu não tenho uma forma pra dar pra esse livro”, e foi quando eu comecei a perceber que no meu livro, no conteúdo do livro, em tudo que eu escrevia, tinha músicas – tinha letras de músicas, parte de letras de músicas, então esse livro ficou com esse formato.

 

Comunicação do Olhar SuKardosh Publicado em vídeo em 23 de ago de 2017

Comunicação do Olhar
Suely Kardosh
Publicado em vídeo em 23 de ago de 2017

Olá, se você não sabe, eu sou Su Kardosh.

Por que eu estou assim, de costas pra você? Porque as pessoas tem muita dificuldade de se olhar nos olhos, e como eu não tenho nenhuma, e gosto muito de ter o contato olho no olho, que é uma comunicação muito forte. É uma comunicação corporal muito forte: o olhar!

O bebê quando nasce a única coisa que ele pode é movimentar os olhos, então quando ele encontra os olhos de um adulto ele faz o primeiro contato, nós fazemos o primeiro contato, no começo vê turvo, depois cada vez mais claro, e as imagens quando se aproximam dele, fazem ele ter um sorriso, porque chegou alguém do afeto, alguém do coração, aquele que cuida, aquele que dá carinho, aquele que se comunica com ele, que faz com que ele não se sinta sozinho nesse mundo. Então o olhar é muito importante, faz com que a gente não se sinta sozinho nesse mundo!

Sabe que olhar é aquilo que a gente faz antes mesmo de se apaixonar, a gente olha, depois a gente se apaixona, ou a gente se escolhe, ou as vezes a gente tem uma certa não empatia com uma pessoa, apenas de olhar.

E eu sempre sou “acusada”, de que o meu olhar assusta, “porque você tá me olhando assim? Quando você me olha assim eu me sinto intimidada, ou desconfortável…”. Porque desde pequena as pessoas me chamavam de olhos de jabuticaba, olhos fortes… e eu sempre vivia minhas coisas, e falei das minhas coisas, me comuniquei, até me defendi com o olhar. Mas se vocês não quiserem eu não olho!

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