É a criança interna clamando por justiça

Durante a vivencia de uma técnica psicoterápica de grupo experimentamos a empatia e testemunhamos o brotar de palavras, memórias e sentimentos de uma pessoa que protagonizava naquele momento.

E alguém então pergunta depois: “como que sai tanta informação e conteúdo reveladores de dentro?”.

E eu respondo comovida: “‘e a criança interna clamando por justiça.”

Aquela criança quer realmente ser ouvida, compreendida, acolhida, amparada, cuidada, socorrida. O adulto em que ela habita e’ a sua continuidade e sofre ainda as conseqüências de uma infância de abandono, sofrida, abusada ou violentada, moral, intelectual, sexual e/ou fisicamente. Sim, por que apenas uma das formas de abuso e’ a sexual.

Não ‘e um ser bipolar, mas viveu numa família que produzia um “ambiente bipolar”, quer dizer, instável, lábil, ambivalente emocionalmente.

Trata – se de um transtorno mental em que o humor assume autonomia, deixando de responder adequadamente ao que seria esperado, com variações diversas como euforia, agitação, aumento de energia, agressividade, ansiedade, explosividade, aumento de riscos e gastos, impulsividade e distração, entre outros sintomas do pólo positivo ou “para cima”, que se alternam ou se mesclam com apatia, desânimo, tristeza, ansiedade e falta de prazer do pólo negativo ou depressivo.

 

 

 

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