Uma vida para viver

“Cada indivíduo tem uma vida para viver, um trabalho a fazer, uma gloriosa personalidade e, se ele puder sustentar isto, ser “fiel a si mesmo”, então a doença não poderá atacá-lo”. Dr. Edward Bach 

Os momentos de transição na vida de uma pessoa podem ser planejados, como a aquisição de uma casa ou negócio próprio, um casamento ou um nascimento de um filho, ou imprevistos, como uma separação ou a morte de um ente querido, por exemplo. Mas, seja qual for o motivo da transição, sentimentos de medo, insegurança e ansiedade podem surgir e dificultar a adaptação frente às novas circunstâncias. Do ponto de vista do Eu, não existem limites ou dificuldades, apenas, oportunidades de crescimento e aprendizado. As pessoas que dão vazão ao Eu, sentem-se nutridas, acolhidas e protegidas por uma Força Maior, que vem de dentro e não se submete as situações limitantes.

situações de mudanças e imprevistos e notam que são capazes de permanecer centradas e equilibradas nesses momentos e que assim se tornam capazes de tomar atitudes planejadas e produtivas.  .

foco, coragem, desapego e clareza e geram uma perspectiva ampla das situações, permitindo que oportunidades sejam criadas e que as pessoas possam avançar com segurança para o desenvolvimento de seus potenciais plenos.

Os Florais atuam “iluminando” a pessoa e ampliando a característica oposta da emoção negativa /fortalece a individualidade e capacita a pessoa a seguir o caminho desejado por ela, independente das opiniões alheias.

Homens e Mulheres disputam o mesmo campo de trabalho e agora dividem também alguns papeis nos relacionamentos.

Papeis exclusivamente femininos ou masculinos agora são exercidos sem distinção do sexo. Se houve um ganho pela liberdade e independência, também existiu perda do romantismo do misterioso, da sedução. Perdas sempre vão existir,

Agora que a mulher conquistou com mais dignidade seu espaço na sociedade, começa a reclamar dos papeis que os homens deixaram de exercer: “não se encontram mais homens gentis, que mandam flores.”.

Do outro lado, o homem que procura se adaptar a essa nova mulher e sente-se perdido com as reclamações: “Elas reclamam de tudo. Se ligarmos estamos pegando no pé. Se não ligarmos, é porque as esquecemos.”.

Nessa nova busca, vale sempre o dialogo para descobrir o que cada parceiro busca e deseja dentro do relacionamento, e o que um espera que o outro ofereça. Assim, poderão ser divididos de maneira mais confortável os papéis que cada parceiro deve e quer exercer.

O papel de sedução na relação é de ambos. Sem a sedução os relacionamentos tendem ao fracasso. Seja em gestos ou palavras, que ambos identifiquem suas formas de seduzir o parceiro. Um olhar, um sorriso, um toque, uma palavra, um tom de voz, uma roupa, um perfume, um bilhetinho… O importante é descobrir como quando e aonde desempenhar no hoje, sem esperar por um futuro que depende do presente.

O convívio a dois é uma união de hábitos e cultura que o casal trás da criação familiar. Entender o outro sem querer modificá-lo, é aceitar a pessoa pela qual se sentiu atraído (a). O relacionamento não é uma disputa de poderes, no qual só tenha um vencedor. Se um ganha, o parceiro (a) perde. O casal precisa vencer junto.

Se existe alguém andando na frente, é sinal de que o outro está atrás. Só muda-se comportamento para agradar a si mesmo e não ao outro. Por que não se consegue andar ao lado? O que anda incomodando? O que está faltando?

A eterna busca pelo Príncipe Encantado e pela Cinderela precisam dar lugar aos seres humanos de carne e osso. Perfeição não faz parte desse convívio, as pessoas têm qualidade e defeitos. Aliás, perfeição não existe. O que é bom e bonito para um, pode não ser a necessidade e desejo do outro.

O Príncipe Encantado da mulher pode vir dirigindo uma Ferrari, ou precisa estar bem vestido, ser educado, ou ainda, precisa ser apenas bem humorado.

A Cinderela do homem pode ser aquela vestida sedutoramente, ou precisa ser bem educada, ou também, que seja somente extrovertida.

Mas as características que se procura não vêm sozinhas, fazem parte de um conjunto que unidas formam uma pessoa. Se o atual parceiro (a) tem defeitos, saiba que um novo parceiro (a) também os terá.

É preciso haver uma mudança sim, mas na maneira de querer e ver um relacionamento, para que este não acabe na intenção de morar sob o mesmo teto, ou na primeira relação sexual, na qual o homem teme ser aprisionado e a mulher, quer aprisionar. Cada um com seus medos e fantasias, a fuga acaba sendo inevitável.

Relacionar-se não significa invadir o espaço e nem participar 100% da vida do parceiro (a). É poder compartilhar o que o companheiro permitir e desejar. Sem com isso exista sinal de rejeição ou egoísmo, apenas um respeito aos momentos de privacidade e silêncio, do limite de espaço na relação.

Vemos hoje vários exemplos de relações nas quais uns sente-se possuidor e dono, e quando há perda, existe a frustração. Pois o outro deixou de satisfazer, não vê o parceiro (a) mais como centro das atenções. É a não percepção do limite e constatação da dependência de uma relação.

Essa dependência causa um medo de não conseguir ser feliz sem esse vínculo, nada é feito ou desejado independentemente. A individualidade não existe mais. Permanecer junto por essas razões, não é relacionar-se.

Da forma como se relacionam nos dias de hoje não existe criatividade, a troca sem cobrança, o diálogo sincero sem ofensas, prazer mútuo de conviver e exercer a sexualidade.

Coloque seus objetivos e desejos na balança, pois é a hora de escolher como e se quer conviver a dois.

Se o casal pudesse trocar de posição, ser o outro nos momentos de instabilidade se falasse ao invés de tentar fazer o outro entender através de atitudes, se não se refugiassem para viver somente em mundos particulares, poderiam buscar soluções mais concretas e compatíveis com a realidade a dois.

Relacionamento homem-mulher? Não existe fórmula A, B ou X, não existe modelo de pai e mãe, modelo de sogros, modelo de amigos a serem seguidos, existe o modelo de cada casal.

Finalmente, se existe sentimento saudável no convívio com o parceiro (a), sempre será o momento de encontrar soluções positivas para continuar nessa relação. Do contrário, esta é a hora de buscar por uma relação. Porque já dizia a música: “uma andorinha só não faz verão”.

 

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