Do livro de Su Kardosh Ideias que Cantam em Mim

“Mas ainda revivemos os 30 dinheiros bíblicos, mas agora com as novas moedas, as inflações, o mal transforma os 30 em 300, 3000, 30000, enfim… é infinita a dor que sofremos na alma das traições e abusos, da falta de respeito. Esquecem se todos que, nós fortes, temos o mesmo tamanho e intensidade na sensibilidade.
Grito eu, grito de dor, grito quando não me sinto respeitada… Sou punida por isto também… Mas grito… é o que me resta… aprendi com o exemplo dos mártires e exilados do AI5…não ficarei calada… vou ser ouvida… Um há de me ouvir ao menos… Confio na humanidade ainda… o Criador tem filhos à sua semelhança. Eu conheço muitos assim.
Diz Clarice Linspector “porque há o direito ao grito. Então eu grito. Grito puro e sem pedir esmola.”
E eu grito! E será que devo ser punidas quando grito? Gritamos batendo panelas na rua, às caras pintadas e a torcida do Corinthians e do Flamengo? É válido gritar?
As crianças gritam de alegria e prazer… Vá até um parque e observe…
E eu grito de prazer… e até quando experimentei os benefícios da regressão consciente primeiro em mim e a minha criança resgatada por psicoterapeutas, amigos até hoje, aos quais sou grata e reconheço seu auxilio em minha busca de ser feliz.”

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