Comunicação, negócios e trabalho

 

Aqui é Su Kardosh, eu sou comunicadora e falo muito sobre comunicação. Tenho paixão pelas palavras! As palavras escritas, as palavras faladas, as palavras sentidas, as compreendidas. E cuido pra que não haja mal entendidas, as palavras tem que ser bem-ditas, e não mal-ditas.

Eu esses dias comecei a pensar na palavra negócio. Hoje em dia todo mundo está falando em negócio, porque os negócios estão muito difíceis no país. Daí negócio pra mim é “negar o ócio”, por isso que se trabalha no negócio. Daí eu falei “porque negar o ócio” é a palavra negócio? Não poderia ter sido uma coisa melhor, tipo: “ganhar dinheiro, ter sucesso…”. Por que negóciocomeça com uma negação, “negar o ócio”?

Também fiquei pensando em labor, labor ao trabalho. A co-labor-ação é uma ação de labor conjunto. Acho tão bom a gente laborar, ou seja, trabalhar, mas as pessoas não acham que o trabalho é uma coisa boa, elas sentem como peso, sentem como obrigação, isso vai me dar muito trabalho, isso vai ser muito difícil, elas querem dizer. Mas depois quando elas ficam sem trabalho, ficam mal, porque a gente gosta de trabalhar na verdade, nós seres humanos somos feitos de ação.

Agora, entre trabalho e emprego tem uma grande diferença, porque eu posso trabalhar sem ser empregada de ninguém. E as pessoas ficam procurando emprego, eu procuro trabalho! Eu gosto do trabalho! Não sei tão bem assim se eu gosto de emprego, não é essa questão do momento, é o quanto eu gosto do meu trabalho, o quanto que eu tenho prazer em fazer o que eu faço, como é bom trabalhar com paixão. Quarenta e dois anos que eu trabalho com paixão na mesma coisa, é claro que com muitas diferenças do começo, do meio e agora, mas é sempre na mesma coisa, eu trabalho com a alma humana, meu foco de interesse é o ser humano: sua comunicação, seus relacionamentos… E é por isso que eu estou aqui, pra gente não entrar num negócio, e sim buscar prazer no trabalho!

#sukardosh

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Felicidades e Saúde sempre #sukardosh

Eu escuto dizer: ah! É um dia igual ao outro! Ah! Agora tudo vai mudar… é um novo ano! Agora vou recomeçar! Oba!!! Festa!!!
Oba meus desejos serão realizados Ah! Joguei na Mega-Sena da virada! Ah ! Vou tomar todas e apagar tudo de ruim que passou! Vou fazer barquinho para Iemanjá! Ah! Vou passar em casa e sozinha como eu por decisão ou falta de convites!
Eu penso que esta festa, comemoração é uma energia de toda a população mundial, a humanidade está presente pelo menos na mente de todos, mesmo no sofrimento da falta de paz, estamos juntos em 24horas em diversos fusos horários a meia noite! Esta energia traz a presença de uma elevação maior no planeta.
Que assim seja!
Desejos unidos, esperanças e vontades de todos em suas mentes e corações!
Portanto, humanidade SAÚDE!!!!

Chefes? Líderes!!!

Uma grande amiga tem uma grande mãe, que é uma grande amiga!
A mãe ficou doente com 69 anos! Muitas idas e vindas a inúmeros médicos e psicoterapia. Até que foi necessário internamento com três visitas semanais. A grande amiga trabalha numa grande empresa.
Acredite, com o serviço em dia apesar de inúmeras causências pequenas, médias e alguma grande. Mesmo assim a CHEFE hoje passou CARTA DE ADVERTÊNCIA SOBRE MAU EXEMPLO E PREJUÍZOS AO ANDAMENTO DO SERVIÇO.
Não entendi: cuidar de mãe é manter o serviço em dia é mau exemplo?!?!?!?
E ainda fala em nome de uma ótima e tradicional empresa de Curitiba, mas é simplesmente CHEFE! NUM PAÍS ONDE NÃO HÁ LÍDERES?
LAMENTÁVEL

Do livro de Su Kardosh Ideias que Cantam em Mim

“Mas ainda revivemos os 30 dinheiros bíblicos, mas agora com as novas moedas, as inflações, o mal transforma os 30 em 300, 3000, 30000, enfim… é infinita a dor que sofremos na alma das traições e abusos, da falta de respeito. Esquecem se todos que, nós fortes, temos o mesmo tamanho e intensidade na sensibilidade.
Grito eu, grito de dor, grito quando não me sinto respeitada… Sou punida por isto também… Mas grito… é o que me resta… aprendi com o exemplo dos mártires e exilados do AI5…não ficarei calada… vou ser ouvida… Um há de me ouvir ao menos… Confio na humanidade ainda… o Criador tem filhos à sua semelhança. Eu conheço muitos assim.
Diz Clarice Linspector “porque há o direito ao grito. Então eu grito. Grito puro e sem pedir esmola.”
E eu grito! E será que devo ser punidas quando grito? Gritamos batendo panelas na rua, às caras pintadas e a torcida do Corinthians e do Flamengo? É válido gritar?
As crianças gritam de alegria e prazer… Vá até um parque e observe…
E eu grito de prazer… e até quando experimentei os benefícios da regressão consciente primeiro em mim e a minha criança resgatada por psicoterapeutas, amigos até hoje, aos quais sou grata e reconheço seu auxilio em minha busca de ser feliz.”

Comunicação do Conhecimento Suely Kardosh Publicado em vídeo em 21 de jul de 2017

Comunicação do Conhecimento

Suely Kardosh
Publicado em vídeo em 21 de jul de 2017

Olá! Esse trabalho de comunicação que estou fazendo de vídeos curtos, apesar do inverno e do frio, que eu não fui feita pra isso, fui feita pro verão e pro calor, mas adapta-se! Esse trabalho que tenho feito no mês de junho e julho, tem me dado muito prazer, apesar do frio, tenho estado com pessoas, e o calor delas me aquece!

Eu fui numa palestra de Fabrizio Marangoni, que o tema era “Pai de Filha”, fiquei impressionadíssima com a qualidade da palestra. Fui entrevista-lo para falar da palestra para que vocês conheçam melhor isso. Se vocês pudessem me ouvir e me ver, a satisfação que eu tive assistindo a palestra dele, foi a mesma que eu tive quando eu e Allysson Felinto fomos fazer uma palestra sobre “Corpo e Sexualidade” no SESC da Esquina. O que que tem de magia nisso de se comunicar, de dizer o que a gente sabe, de trocar experiências, de trocar informações, de receber informações, de ouvir outro, por que isso é tão bom? Por que as pessoas param para ouvir as outras?

Você sabe que quando a gente não para pra ouvir o outro, a gente está recusando uma mensagem que vem dos autos do universo – porque eu digo assim: que Deus fala através da boca das pessoas, porque a linguagem que a gente tem de comunicação é essa, do ser humano: a palavra. E falamos sobre corpo e sexualidade, e em uma interação com a plateia que foi deliciosa.

Temos agradecido muito os convites para as palestras! Estivemos no dia 24/07 em Ponta Grossa falando sobre um tema “Mulher, mulher, mulher, quem é você, quem sou eu”.

Então vejam, eu sou palestrante, e é adorável ser uma palestrante, é uma paixão, é uma renovação constante, e por que é tão bom? É porque o conhecimento não é meu, ele é de toda humanidade. Eu não tenho direito de reter meu conhecimento, e quando a gente faz o conhecimento passar pra outras mentes e outros corações, a gente está fazendo uma coisa muito linda, que significa “ser feliz e fazer o bem – nesta ordem”, este é o lema de Allysson Felinto e Su Kardosh, “ser feliz e fazer o bem – nessa ordem”.

Ah!o amor, ao findar leva paz…

Vinicius de Moraes disse “que não há nada melhor para a saúde que um amor correspondido”. Desisti de um amor que quase me matava, foi legítima defesa. Matei o amor sem matar o sujeito. Mas estou convencida de que nada mais importante que amar! Luiz Felipe Ponde’ diz que “quem nunca se perdeu no amor é falso de alguma forma”. Amar sempre foi um exercício da verdade dentro e fora de mim. Mas e agora? Demorei sim com a perspectiva de ficar sozinha. Mas a realidade é tão boa quanto foi a ficção tão real.
O desafio agora é continuar com um brilho que quando se está amando, encantada, apaixonada produz se naturalmente, mas que existe dentro de mim sem este estímulo. Mas aqui está pronto para aparecer e fazer aparecer a presença que ilumina os ambientes assim que aparecemos nos lugares que frequentamos. Hay un angel, em cada um de nós. Acredite! E viva a saúde, Mestre Vinicius.

Raiva? Um negócio natural

 

Estava assistindo o programa Papo de Segunda de Marcelo Tass e cia. e o tema era Raiva.
Fiquei feliz.
Só eu falava desta emoção como positiva, diferenciando é óbvio de agressividade e violência.
Se ela é positiva? Sim, pois me tira da zona de conforto e comodismo, do que me faz sentir desconforto.
Transforma -se em garra se associada à vontade. É preciso vontade forte às vezes, principalmente garra na superação de si mesmo, de si próprio.
Existem várias modalidades ou aspectos de raiva. A vermelha, sanguínea, roxa até me faz combustão, pois é um combustível natural e me leva para frente, adiante, à luta!
Outra emoção, o medo, feitos ambos para me proteger, apenas a diferença é que o medo me faz parar ou escapar.
Mas a raiva me faz agir.
O medo mora no estômago. Quem não sentiu frio ou borboletas no estômago. É claro que a raiva está em outro lugar.
Sabe o que é enfezado? Fezes está no intestino. E ai se prender, enfeza! Irritado, ranzinza, cara feia. O intestino foi feito para fazer cagada, e não queremos errar, perfeccionista, com mania de Deus ou mãe dele. Então não quero aprender, função de errar também.
Mas este órgão intestino, não serve só para expulsar o inservível, e sim para aproveitar, absorvendo o “servivel” ou os nutrientes, ou combustível. O que move meu humor e ação.
Há também os desvios, como raiva infantil, birra ou manha. Ridículos num adulto, natural em uma fase de criança, e que se não for tema de limite, permanece no adulto e leva a insucessos profissionais e afetivos, pois ninguém suporta com – viver com infantilidade.
Outras raivas, a amarela, biliosa, guardada no fígado muito tempo, mofou! Irascível, biliosa, queixosa, intransigente e “chata”, raiva não consigo locada em dia, conversadas colocada em “pingos nos is”, ou “na mesa”, para dissolver amistosamente, por anos presa envenenando o organismo.
E a deslocada: fico com raiva de um e descarrego no outro.
E ela positiva e energética aliada à vontade chama se GARRA!
Bom proveito, sem preconceito, com conhecimento, só pra rimar.