País e filhos – relacionamento

Relacionamento entre pais e filhos

Suely Kardosh
Publicado em vídeo – 7 de ago de 2015

Filhos, dizem as pessoas mais velhas que “filhos criados, trabalho dobrado”. É porque quando a gente é mãe ou pai, a gente é mãe ou pai mesmo que o filho tenha 50 ou 60 anos, continua essa tarefa não termina, ela é só uma continuidade.

Então enquanto estamos sendo pai e mãe, temos que recordar que existe aí uma hierarquia. Qual hierarquia? É que os filhos nunca poderão ser pais ou mães da gente. Pai e mãe é pai e mãe, e pronto! Mesmo que o pai ou a mãe, ou ambos, estejam tão velhinhos, que não consigam mais se auto administrar ou se autogerir, o filho pode/deve dar a maior assistência à esse pai, essa mãe, mas como filhos.

E como nasce um filho cuidador? É quando ele vê que os pais dele, cuidam dos avós dele, então esse exemplo faz com que eles sigam esse caminho de cuidarem dos mais velhos, mas nunca como pai ou mãe, sempre como filhos. Porque não é pra educar uma pessoa de idade, não é pra se intrometer na vida dela, interromper as vontades delas, desviar as necessidades e vontades dos mais velhos, é pra respeitar que eles ainda tem autonomia sobre a vida deles, e dirigem a vida deles, certo ou errado pra nós, é a forma que eles escolhem pra viver a vida deles.

Eu recordo que quando eu fiz 40 anos, eu pensei “agora ninguém mais manda em mim”, e com 50 eu pensei assim “que ninguém ouse mandar em mim!”, e com 60 eu não pensei mais nisso, porque “imagina que alguém vai tentar agora né”. E isso é muito importante para as pessoas, sentirem autonomia e que elas erram e acertam ainda, enfim, estamos vivos.

Agora, estou muito preocupada, tenho visto que a maioria da população que tem filhos pequenos, esses filhos pequenos não tem pai nem mãe, por que? Porque os pais estão ausentes, trabalhando, sendo omissos, mesmo presentes, ficam no computador, ficam na televisão, e os filhos ficam ali isolados, sozinhos. As vezes os pais cometem o grave erro de pôr uma televisão em cada quarto, assim os filhos nunca mais se relacionam, nem uns com os outros, nem com eles – um computador em cada quarto além da televisão, cada um com seu ipad, cada um com seu iphone, não importa se a criança tenha 4 anos, 5 anos, 6 anos, ou se é um adolescente. E isso tem me preocupado muito, porque eu já vejo, da geração anterior – porque hoje as gerações a gente mede de 10 em 10 anos; eu já vejo as sequelas, as consequências negativas que estão acontecendo nessas pessoas. Não existe mais hierarquia pra ser respeitada, os filhos dominam os pais, e aí dentro deles forma uma frase “se eles que são meu pai e minha mãe não conseguem cuidar de mim, mão me dão limite, não me dizem o que é certo ou errado, então em quem eu posso confiar? Quem que cuida de mim de fato, quem que me segura, quem que é meu pilar, minha pilastra pra eu me segurar! Eu não tenho ninguém”.

Aí quando não se consegue mais nenhuma possibilidade de conserto disso, começam a ter atitudes negativas, as crianças e adolescentes, pra pelo menos serem vistas, serem ouvidas, prestem atenção nelas, já que sendo um bom rapaz, uma boa garotinha, ninguém me olha, ninguém me vê, ninguém fala comigo, ninguém me escuta, então eu vou começar a fazer coisas que as pessoas vão notar mesmo.

Então constrói-se um padrão de: – a criança fica bem doente, assim ela recebe atenção, ou ela fica tão doente que morre, como tem crianças adolescentes de 13, 14 anos com câncer, e que vão a óbito muitas vezes; – e tem as crianças que tem comportamento absurdos, negativos, antissociais, rebeldes, violentos, destruidores, porque em casa, a base de equilíbrio de um filho, não existe essa base, aí o equilíbrio fica faltando, e a criança faz coisas que não se deve fazer.

Como eu sou psicoterapeuta de família e sistêmica, eu trabalho tanto com casais quanto com famílias. Quando alguém vem me falar de um filho, eu peço para que os pais venham se consultar primeiro, e de alguma forma eles precisam fazer a primeira parte da terapia só eles dois, porque a criança, o filho, é só consequência, ele não tem problema, quem tem problema é pai e mãe.

É tão interessante a sistêmica, porque quando a gente trabalha com o pai e a mãe, a criança vai melhorando sem que a gente nem a conheça muitas vezes, e as vezes termina o trabalho com sucesso, e eu nem conheço a criança.

Quero dizer também, que é muito importante, que há uma diferença grande entre
Coach e Psicoterapeuta. Então o psicoterapeuta de família, ele vai tratar a família quando existe um distúrbio nessa família, mas se é só pra orientação pra aumentar a qualidade de vida na família, pra aumentar a harmonia, pra solidificar o encontro entre essas pessoas, harmônico, feliz, alegre e prazeroso, pode ser só Coach, pode ser só um cocheiro que leva essa família lá no condado que a família escolheu, com o dever de levar em segurança, pelo melhor caminho e mais rápido.

Então aqui está um alerta, se cuidem, se atendam, para que seus filhos fiquem melhor.

Mais uma dica de Su Kardosh, – psicoterapeuta. Até breve!

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o que é leitura corporal?

LEITURA CORPORAL

Suely Kardosh
Publicado em vídeo – 18 de jul de 2015

Vocês sabem o que é leitura corporal? Leitura corporal é diferente de linguagem corporal.

Eu sou Suely Kardosh, psicoterapeuta, e psicoterapeuta Reichiana, o que significa isso? Significa que eu sigo uma linha de psicoterapia que trabalha o corpo, não através do corpo, o corpo. Porque o corpo é o reflexo, é a parte externa, é o explicito, do que a gente é dentro, do que a gente chama de alma. Então a leitura corporal, diferente da leitura corporal, é uma técnica de autoconhecimento através do corpo, onde a pessoa aprende a se ler, porque cada pessoa tem o corpo que precisa ter, não o corpo que quer ter – porque até os 5 anos de idade é formada uma matriz, e aí a pessoa só cresce. Então quando eu vejo um ser humano, homem ou mulher, adultos, eu sei que ali dentro tem uma criança de 5 anos que cresceu. Nessa matriz se houver qualquer situação de desprazer, de dor, de agressão, de violência, de desiquilíbrio, no ambiente que a criança vive, na formação dela através da família, vai refletir no corpo dela, como adolescente a adulto, porque está expressando o que tem na alma dela, aquela dor que ficou plasmada ali, que ficou impregnada ali.

Isso significa que hoje, com essa técnica, a gente pode trabalhar o passado através do presente, a gente pode trabalhar a criança através do adulto hoje, mas é preciso que a pessoa saiba se ler, entender o idioma do corpo, o que ele está querendo dizer, para que ela possa fazer auto cura, o autoconhecimento, o auto desenvolvimento, enfim, sair daquela estagnação bloqueada que ficou lá na infância, e que vem acompanhando o ser até a vida adulta, porque se ele não sabe como ler, ele não sabe como fazer para gerenciar esses eventos que aconteceram lá e que estão repercutiram aqui, que trazem consequências, não muito positivas, aliás, as vezes muito negativas, na performance do ser humano, na vida dele, no sentido de ser feliz.

Então o objetivo desse trabalho que chama-se “curso de leitura corporal”, a meta dele é: eu vou ser feliz, mas estarei uma vez triste, outro dia estarei com raiva, outro dia estarei com angustia, outro dia terei ansiedade, mas eu sou feliz.

Por que? Porque eu fico dona do meu processo de pessoa, eu fico dona de mim, porque eu me conheço, porque eu sei ler, eu não sou uma analfabeta de mim mesma, eu não sou uma pessoa que não conhece a geografia humana, a minha geografia, o meu jeito de ser, e – porque que eu sou assim? – e pra que eu vou continuar assim, se eu não sou feliz com determinado aspectos? – e como eu vou fazer pra mudar isso?

Então essa técnica trabalha no concreto, no corporal, no físico, e por conseguinte na alma. Porque o que a gente trabalha fora, fica trabalhado dentro, e o que a gente trabalha dentro, modifica o que tem fora.

Então essa é Su Kardosh, psicoterapeuta reichiana, falando de leitura corporal, pras pessoas que perguntam sempre “O que é esse curso afinal, Su Kardosh?”

Ideias que Cantam em Mim

Idéias que Cantam em Mim

Suely Kardosh
Publicado em vídeo – 14 de março de 2012.

Olá, eu hoje estou aqui não para entrevistar ninguém, vocês sabem, hoje eu estou falando de mim, um momento muito especial da minha vida: é o momento do lançamento, 2012, do meu primeiro livro: “Ideias que Cantam em Mim”, por Su Kardosh.

Como nasceu a ideia do livro? – Eu sempre tive vontade de escrever, mas eu pensei que eu iria escrever um livro técnico, ou um livro falando da minha experiência profissional, mas quando eu comecei a escrever esse livro técnico (que talvez algum dia ainda saia), de repente eu comecei a ler o que eu escrevia e tinha outro tema inserido dentro desse livro, e eu disse: “não, mas não tem nada a ver uma coisa com a outra. Então eu vou pegar toda essa parte que não tem a ver com esse outro livro, e vou deixar aqui do lado um dia eu vejo esse material”. E aí eu não conseguia mais escrever o livro técnico, só saia esse material, ai eu abandonei o projeto do livro técnico – adiei aliás, não abandonei, e trouxe esse, centralizei no momento, foquei nesse livro que até então não tinha esse nome. E também um dia eu pensei: “o conteúdo já está quase todo escrito, mas eu não tenho uma forma pra dar pra esse livro”, e foi quando eu comecei a perceber que no meu livro, no conteúdo do livro, em tudo que eu escrevia, tinha músicas – tinha letras de músicas, parte de letras de músicas, então esse livro ficou com esse formato.

 

Comunicação do Olhar SuKardosh Publicado em vídeo em 23 de ago de 2017

Comunicação do Olhar
Suely Kardosh
Publicado em vídeo em 23 de ago de 2017

Olá, se você não sabe, eu sou Su Kardosh.

Por que eu estou assim, de costas pra você? Porque as pessoas tem muita dificuldade de se olhar nos olhos, e como eu não tenho nenhuma, e gosto muito de ter o contato olho no olho, que é uma comunicação muito forte. É uma comunicação corporal muito forte: o olhar!

O bebê quando nasce a única coisa que ele pode é movimentar os olhos, então quando ele encontra os olhos de um adulto ele faz o primeiro contato, nós fazemos o primeiro contato, no começo vê turvo, depois cada vez mais claro, e as imagens quando se aproximam dele, fazem ele ter um sorriso, porque chegou alguém do afeto, alguém do coração, aquele que cuida, aquele que dá carinho, aquele que se comunica com ele, que faz com que ele não se sinta sozinho nesse mundo. Então o olhar é muito importante, faz com que a gente não se sinta sozinho nesse mundo!

Sabe que olhar é aquilo que a gente faz antes mesmo de se apaixonar, a gente olha, depois a gente se apaixona, ou a gente se escolhe, ou as vezes a gente tem uma certa não empatia com uma pessoa, apenas de olhar.

E eu sempre sou “acusada”, de que o meu olhar assusta, “porque você tá me olhando assim? Quando você me olha assim eu me sinto intimidada, ou desconfortável…”. Porque desde pequena as pessoas me chamavam de olhos de jabuticaba, olhos fortes… e eu sempre vivia minhas coisas, e falei das minhas coisas, me comuniquei, até me defendi com o olhar. Mas se vocês não quiserem eu não olho!

Sugestão

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Passado presente futuro Você vive da forma que sempre desejou?

Você está vivendo da forma que sempre desejou?
Preparando o futuro desde o seu presente? Ao chegar na terceira idade você será ou é o resultado deste presente, de uma vida inteira! O que você fez olhando o passado, realizou. O que não fez possível não fará mais e outras coisas estará fazendo, principalmente o que você adquiriu de experiência e maturidade equilibrada passando para os jovens de agora!
Mas pergunto: você vive e viveu da forma que sempre desejou?
O segredo de ser feliz dos 60 aos 100 anos
Pense e prepare-se
Use a ajuda de um coach de vida
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Valentia de ir até o fim

Valentia de ir até o fim
Hoje minha cliente teve completo seu processo e amanhã outra. É uma valentia com muitos momentos com fragilidade por cair em si ou seja, o pior tombo que podemos ter. Mas venceram inclusive enfrentar o medo da mudança, deixar o velho conhecido, que é dor, pelo novo desconhecido, que é prazer! Mas venceram! Gratidão por poder participar deste lindo processo de crescimento e pela confiança de que iria junto como fui, com certa dureza quando tinham que andar com as próprias pernas e outros momentos de colo profundo e apoio incondicional. Mas elas venceram! Ainda desconfia que isto existe em 4 meses? Existe, muitos venceram, perdi as contas!

 

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Medos dos homens hoje

Ouvi de um homem muito interessante que o ser humano tem dois grandes medos: o medo da morte e de perder o emprego.
Escrevi sobre o medo da morte
Será que se deve a ser desconhecido? Uma experiência inédita ou original em minha vida?
As pessoas não ficam iguais após uma experiência, uma viagem que seja.
A experiência de morte ou pós morte é descrita como uma grande experiência modificadora.
Diz Cazuza: eu vi a cara da morte e ela estava viva!
Será que imaginam que tem dor na morte? Ou isto está presente apenas na agonia? A agonia é algo torturante que faz com que o agonizante peça por sua morte, pelo alívio.
E dizemos: enfim descansou.
Mas o que tem no depois?
O castigo talvez!
Quando pequena no Colégio havia nos banheiros uma placa com um triângulo com um imenso olho esbugalhado com a frase: Deus me vê!
Sei hoje que era para reprimir atos individuais ou coletivos naquele lugar que era frequentado por meninas.
Resultado inibição em estar junto com qualquer pessoa nos banheiros. Pode ser lugar de atos que serão castigados depois.
Então será um futuro de terror.
Num tribunal divino, após eu morrer, uma vida de expiação e dor eterna, infindável. Dor sem morte de alívio, porque já morri, não posso mais desistir e desapegar, tenho que eternamente pagar um Será que se deve a ser desconhecido? Uma experiência inédita ou original em minha vida?
As pessoas não ficam iguais após uma experiência, uma viagem que seja.
A experiência de morte ou pós morte é descrita como uma grande experiência modificadora.
Diz Cazuza: eu vi a cara da morte e ela estava viva!
Será que imaginam que tem dor na morte? Ou isto está presente apenas na agonia? A agonia é algo torturante que faz com que o agonizante peça por sua morte, pelo alívio.
E dizemos: enfim descansou.
Mas o que tem no depois?
O castigo talvez!
Quando pequena no Colégio havia nos banheiros uma placa com um triângulo com um imenso olho esbugalhado com a frase: Deus me vê!
Sei hoje que era para reprimir atos individuais ou coletivos naquele lugar que era frequentado por meninas.
Resultado inibição em estar junto com qualquer pessoa nos banheiros. Pode ser lugar de atos que serão castigados depois.
Então será um futuro de terror.
Num tribunal divino, após eu morrer, uma vida de expiação e dor eterna, infindável. Dor sem morte de alívio, porque já morri, não posso mais desistir e desapegar, tenho que eternamente pagar um castigo imposto por um Pai, símbolo de carrascos.
Desde quando que Pai é isto? O meu era/ é ainda dentro de mim segurança, era confiança e amor! E o meu Pai divino é ausência de dor. É força na minha dor, amparo na superação de qualquer adversidade.
Então medo do desconhecido, do futuro, da morte, é medo do tribunal daquele juiz cruel e frio que vou conhecer só se morrer e que estará esfregando as mãos de prazer porque enfim eu morri e estarei à mercê de sua crueldade.
Pronto! Fui condenada. Ao medo, ao terror,ao pânico.
Adeus felicidade, pois não sei quando é como será minha morte, e então sofra até lá, você que erra, você que comete crimes a vida inteira.
Crimes: ter prazer, segurança, direito de ser quem você realmente é e escolheu ser, quem é curioso e tem sede de conhecimento, quem é “feiticeira” a ser queimada porque tem conhecimentos e é livre para viver sua sexualidade, ama a verdade, enfim será condenado por existir.
E cadê a mãe para me proteger nesta hora da crueldade do pai? Ausente, abandonantes, cúmplice?castigo imposto por um Pai, símbolo de carrascos.
Desde quando que Pai é isto? O meu era/ é ainda dentro de mim segurança, era confiança e amor! E o meu Pai divino é ausência de dor. É força na minha dor, amparo na superação de qualquer adversidade.
Então medo do desconhecido, do futuro, da morte, é medo do tribunal daquele juiz cruel e frio que vou conhecer só se morrer e que estará esfregando as mãos de prazer porque enfim eu morri e estarei à mercê de sua crueldade.
Pronto! Fui condenada. Ao medo, ao terror,ao pânico.
Adeus felicidade, pois não sei quando é como será minha morte, e então sofra até lá, você que erra, você que comete crimes a vida inteira.
Crimes: ter prazer, segurança, direito de ser quem você realmente é e escolheu ser, quem é curioso e tem sede de conhecimento, quem é “feiticeira” a ser queimada porque tem conhecimentos e é livre para viver sua sexualidade, ama a verdade, enfim será condenado por existir.
E cadê a mãe para me proteger nesta hora da crueldade do pai? Ausente, abandonantes, cúmplice?
Agora vou escrever sobre o medo de perder o emprego!